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Tuesday, October 09, 2007
recife- pernambuco- brazil


Recife is the capital city of the state of Pernambuco in the northeast of Brazil. The pulse of Carnival has been growing in a crescendo in recent days, justly honoring it's fame of being among the three cities with the hottest festivals, along with Rio de Janeiro and Salvador. Recife is also known as the capital of Frevo, a rhythmic and musical movement which was born here and is celebrating 100 years since its recognition as a new style. Now, on its centennial it is being officially recognized as National Cultural Heritage by the government. With only five days to go before the main Carnival festivities, Frevo's anniversary party attracted artists from all over Brazil. Many stages dispersed throughout Recife's charming old downtown zone were kept busy with crews and musicians setting up equipment, rehearsing and performing.

Hoje, 09 de fevereiro DE 2007, o Frevo comemora 100 anos. No século XIX era conhecido como marcha carnavalesca, mas em 1907 na edição do Jornal Pequeno, periódico da época, recebeu o nome de Frevo. O nome foi uma corruptela da palavra ferver que o povo simples, com seu português gostoso que não macaqueia a sintaxe lusíada - como escreveu Manuel Bandeira em seu Evocação ao Recife - falava “frever”. Daí para frevo foi um passo… Hoje, quando completa 100 anos, o frevo recebe o título do Patrimônio Cultural e Material do Brasil. Volta, por iniciativa oficial, a se mostrar para todos os brasileiros. Para os pernambucanos o frevo não é apenas patrimônio, é legado de identidade.
Série Carvanal de Pernambuco: Frevo de Bloco - Notícias do Planalto

Today, February 09, Frevo is celebrating 100 years. During the 19th century it was known generically as a carnival march but in 1907, in an edition of a local newspaper called ‘Jornal Pequeno', it received the name of Frevo. The name was a dialect way of pronouncing the word ‘ferver' (to boil), performed by simple people with their delicious Portuguese that does not clone Lusiad's syntax — they would say ‘frever'. From there to ‘frevo' was just a step… Today, when it completes a hundred years, Frevo will receive the title of National Cultural Immaterial Heritage. It's an official initiative to better highlight it to all Brazilians. To Pernambucans Frevo is not only heritage, but identity and legacy.
Pernambuco's Carnival Series: Bloc-Frevo - Notícias do Planalto

Como praticamente todos os gêneros musicais consolidados no Brasil, o frevo nasceu da confluência das culturas européia e afro-brasileira. Historiadores pernambucanos asseguram que, antes de o termo frevo aparecer no Jornal Pequeno do Recife, ele já dava os primeiros trinados e bailados numa simbiose de polcas, modinhas, dobrados e maxixes e jogos pastoris (formação de pau e corda) pelas ruas da capital pernambucana. As bandas de música (civil ou militar) da época ajudaram a dar a conformação sonora ao que se conhece hoje do frevo, uma massa musical destacada pelos metais. Sobre o frevo-de-rua, a versão instrumental do gênero, o maestro Guerra-Peixe disse uma vez ser “a única música popular que não admite o compositor de orelha”. Era uma referência à exigência técnica dessa música e um destaque aos maestros que comandavam as trupes “frevísticas”.
Ferveção Centenária em Carta Maior via Luis Hipólito's Blog


Frevo was born from the confluence of European and Afro-Brazilian cultures, as probably did all the other musical genres consolidated in Brazil. Historians from Pernambuco assure that, before the term appeared in Recife's ‘Jornal Pequeno', it was already heard and danced in a symbiosis of polkas, ‘modinhas', ‘dobrados' e ‘maxixes' e ‘jogos pastoris' (stick and rope formations) along the streets of Pernambuco's capital. The music bands (civilian or military) of the time helped giving the sound the defining character we have come to know as the Frevo, a musical mass defined by the brasses. About the Street-Frevo, conductor Guerra Peixe said once that “it is the only popular genre that does not admit the ‘play-by-ear composer'”. He was referring to the technical hardship of this kind of music, and stressing the role of conductors who led the ‘frevistical' troupes.
Centennial Boiling em Carta Maior via Luis Hipólito's Blog
A música nasceu do dobrado entoado pelas bandas militares que acompanhavam os blocos de carnaval (na época chamados de clubes), e a dança foi criada espontâneamente, no meio da rua, pelo próprio povo.. a partir de movimentos de capoeira. Com o tempo, os músicos foram acelerando a batida para acompanhar os passos do capoeira, e os “passistas” foram desenvolvendo seus passos também para acompanhar os músicos. Esse entrosamento serviu para se criar essa dança linda que temos hoje em dia. O mais interessante é que a capoeira, nessa época, era proibida no país… mas em Recife, durante o carnaval, era feita uma certa “vista grossa”. Talvez por isso que essa dança é tão forte no coração e na alma do povo pernambucano. Quem nunca foi em Pernambuco não entende muito bem o frevo… para muitos é só uma dança folclórica com as sombrinhas e as pessoas com roupas coloridas. O frevo é preciso sentir.. é preciso viver.. é uma coisa que entra no sangue e fica lá, pelo resto da vida.
Escrito por Beth Barros às 1:52 PM |

 

De 35 a 45 anos. Casada - 2 filhos Signo: Virgem Data de aniversário: 08/09 Nascida em Recife e orgulha-se disso Ama o Brasil, principalmente quando viaja por aí e fica longe dele. Sabe o que quer da vida, e das pessoas também. Contenta-se com pouco, desde que tenha qualidade. Ser feliz é prioridade zero. Levemente anormal ( mas quem é normal ? ) Costuma dizer que tem seus momentos de lucidez. Profundamente verdadeira. Não se satisfaz com meios-termos. Odeia trabalho monótono, pessoas superficiais e mal humoradas. Não tem paciência com pouca inteligência. O importante para ela não é ter bens, mas ser o bem precioso de alguém. Ama viajar, idiomas, buscar o desconhecido... Música, arte e fotografia de qualidade. É uma aprendiz da vida. Tem tudo que pediu a Deus e Deus deu-lhe mais do que ela pediu. Recusa-se a crescer. Adora dar altas gargalhadas, mesmo tendo ouvido da mãe, desde pequena, que " é muito feio uma moça rir alto ". Quem a conhece não sabe dizer " gosto um pouquinho ". É do tipo: Ame-a ou deixe-a. Não fala nada " só prá agradar ". Adora doce, mas vive correndo atrás do seu peso ideal. Criteriosa, detalhista, misteriosa, alto astral. Escrever e aprender são seus vícios. Sempre se cansa de tudo, mas faz do dia-a-dia uma festa, mesmo quando não há motivos para comemorar.



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