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Friday, October 26, 2007


14 dicas imperdíveis para viagens internacionais

Uma boa dica antes de fazer é uma viagem, é procurar se informar sobre a cultura e os costumes do local para evitar situações constrangedoras e até desrespeitosas. A jornalista italiana Barbara della Rocca reúne dicas de boa convivência entre pessoas de diferentes culturas, em seu Guia de Boas Maneiras para Viajantes: "Existe a chamada boa educação internacional, que advém do respeito às pessoas e aos lugares. Contudo, ao se mudar de país, mudam também os aspectos do viver", analisa Barbara.
"O respeito, então, é expresso de formas diferentes".

Aqui vão algumas dicas e curiosidades citadas no livro.

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Pode arrotar à vontade
China, Índia, Albânia e Argélia: o arroto depois das refeições é uma agradável homenagem às habilidades do cozinheiro.


Cuidado com as fotografias
Índia: Lugares de culto, qualquer que seja a religião, não devem ser fotografados.


Contato físico nem sempre é uma boa
Países islâmicos: É proibido o contato físico em público entre pessoas de sexos opostos. Não deve-se olhar demoradamente nos olhos. Carregar revistas femininas com editoriais de moda pode ser considerado pornográfico (e a pornografia é punida severamente). É falta de educação olhar uma pessoa comendo, a menos que não se esteja à mesa com ela.


Pode cuspir no chão à vontade
Países da ex-URSS: Cuspir no chão é um hábito comum. Depois de uma frase de elogio, é normal cuspir três vezes por cima do próprio ombro para afastar o mau-olhado. Se oferecermos algo a alguém, como cigarros ou bombons, é comum que este pegue três, colocando um na boca e dois no bolso. Segundo um dos ditos populares mais citados, "Deus ama a Trindade", e quem nos oferece algo ficará decepcionado se nos servirmos uma única vez.


O trabalho deve ficar no trabalho
Grã-Bretanha: Em jantares é falta de educação falar sobre assuntos relativos a negócios ou trabalho (isso fica reservado para os almoços de trabalho). Cartas, bilhetes e postais escritos com tinta vermelha é grosseria.


Muito cuidado com os gestos
Holanda: Atenção à linguagem gestual, apoiar a ponta do polegar nos lábios significa mentiroso e alisar o nariz com o indicador enquanto significa que a pessoa de quem se fala é má e avarenta.


Em alguns momentos é melhor falar
Grécia: Fazer o V da vitória significa 'vá para o inferno' e recusar algo colocando diante de si com a mão aberta e os dedos estendidos é um insulto violento e vulgar.


Beijar, nem pensar
Japão: Beijar uma mulher em público, mesmo no rosto, é considerado muito descortês.


Nunca assoe nariz em público
Austrália: Não se deve apontar uma pessoa com o dedo indicador. Assuar o nariz em público é considerado desrespeito.


Dê presente, mas deixe o preço
Indonésia: Os funerais são momentos de festa, em que se come, bebe, conversa e se arranjam casamentos. Em Bali, quem aceita um convite para o almoço deve levar um presente para cada um dos componentes da família. Espera-se que o presente traga a etiqueta do preço bem visível.


Cuidado com o modo de sentar
Espanha: Usar o celular, pentear-se em público, sentar-se incorretamente (inclusive apoiando o tornozelo no joelho oposto) são coisas que não se deve fazer.


Olho no relógio
Finlândia: Em todos os lugares vige o horário contínuo das 8 horas às 16h, e o almoço consiste num sanduíche no local de trabalho ou na escola. O jantar é às 17 horas, tanto nos restaurantes como nas residências.


Esqueça a máquina fotográfica
África: Evite fotografar banhistas, soldados, quartéis, aeroportos, pontes, fábricas, ferrovias, instalações militares ou administrativas (nem mesmo agências de correio), palácios presidenciais e, nas regiões islâmicas, mulheres e escolas muçulmanas.


Tocar na cabeça, nem pensar
Nepal: A pior das ofensas consiste em serem tocados com os pés ou com a mão esquerda. Como os pés são a partes mais indignas do corpo, a cabeça é a mais sagrada. Portanto não devemos tocar a cabeça e os ombros de ninguém, sequer ao acariciar as crianças.

Enfim, estas são só algumas dicas, afinal nenhuma destas culturas se resume aos poucos costumes citados. Um segredo para uma grande viagem é conhecer mais da cultura do lugar a ser visitado, antes e durante a viagem, interagir com os locais, aprofundar as relações. Não resumir a viagem em mera contemplação, só enriquecerá a experiência.
Escrito por Beth Barros às 3:21 AM |

 

De 35 a 45 anos. Casada - 2 filhos Signo: Virgem Data de aniversário: 08/09 Nascida em Recife e orgulha-se disso Ama o Brasil, principalmente quando viaja por aí e fica longe dele. Sabe o que quer da vida, e das pessoas também. Contenta-se com pouco, desde que tenha qualidade. Ser feliz é prioridade zero. Levemente anormal ( mas quem é normal ? ) Costuma dizer que tem seus momentos de lucidez. Profundamente verdadeira. Não se satisfaz com meios-termos. Odeia trabalho monótono, pessoas superficiais e mal humoradas. Não tem paciência com pouca inteligência. O importante para ela não é ter bens, mas ser o bem precioso de alguém. Ama viajar, idiomas, buscar o desconhecido... Música, arte e fotografia de qualidade. É uma aprendiz da vida. Tem tudo que pediu a Deus e Deus deu-lhe mais do que ela pediu. Recusa-se a crescer. Adora dar altas gargalhadas, mesmo tendo ouvido da mãe, desde pequena, que " é muito feio uma moça rir alto ". Quem a conhece não sabe dizer " gosto um pouquinho ". É do tipo: Ame-a ou deixe-a. Não fala nada " só prá agradar ". Adora doce, mas vive correndo atrás do seu peso ideal. Criteriosa, detalhista, misteriosa, alto astral. Escrever e aprender são seus vícios. Sempre se cansa de tudo, mas faz do dia-a-dia uma festa, mesmo quando não há motivos para comemorar.



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